Durante os períodos de forte alta da Bolsa, algumas expressões costumam se repetir entre investidores:
“Vai voar.”
“É a empresa do futuro.”
“Quem não comprar agora vai ficar de fora.”
Em meio à euforia, porém, critérios básicos de análise fundamentalista podem acabar ficando em segundo plano.
Entre os principais sinais de alerta estão empresas com IPO recente, ainda sem um histórico suficientemente longo para avaliar sua capacidade de atravessar diferentes ciclos econômicos, companhias que não apresentam pelo menos cinco anos consecutivos de lucro líquido e negócios com alto nível de alavancagem e endividamento.
O problema é que, durante uma forte valorização do mercado, praticamente qualquer estratégia pode parecer acertada.
Quando os preços sobem continuamente, investidores que compraram baseados em fundamentos e aqueles que simplesmente acompanharam uma narrativa podem apresentar resultados semelhantes.
A diferença costuma aparecer nos momentos de queda.
É justamente quando a maré baixa que o mercado começa a separar empresas financeiramente sólidas daquelas cuja valorização estava sustentada principalmente por expectativas.
Para o investidor, fica a lição: Bolsa de Valores não precisa ser um cassino — mas pode se transformar em um dependendo dos critérios utilizados para escolher as ações.
Resumo Fácil:
❌ IPO recente
❌ Sem histórico mínimo de 5 anos consecutivos de lucro líquido
❌ Alavancagem nas alturas, dívida sem conservadorismo
Clique no ticker para conferir o balanço: RAIZ4
